O Charuto Amigo

janeiro de 2017 por

Hoje eu quero falar sobre o meu grande amigo, o charuto. Como ele foi importante na minha vida! Até hoje não me canso de agradecer a sua ajuda.

leia mais

A Ferreira Gullar

janeiro de 2017 por

Poesia de Rô Fonseca em homenagem a Ferreira Gullar.

leia mais

Natal de Outrora

dezembro de 2016 por

Eu pegava o meu sapato, filho único, colocava um pedaço de jornal para esconder o furo (minha inocência pensava que se Papai Noel visse que meu sapato era velho e furado não colocaria o meu presente).

leia mais

Renascer

dezembro de 2016 por

Mergulhe fundo em você, queira se conhecer. Mude-se, solte as amarras, saia do seu porão, respire um ar puro…

leia mais

Café Especial

novembro de 2016 por

Café preto / Leite branco / Chá preto / Açúcar branco / Pão preto / Queijo branco / Ameixa preta / Manjar branco / Um morango vermelho…

leia mais

Presente de Natal

novembro de 2016 por

Num domingo de dezembro de 1997, o sol desponta, meu amigo “Anônimo de Oliveira” acorda no bairro da Trindade…

leia mais

Um Japonês Chamado Joaquim

outubro de 2016 por

Mãe Janda fez aniversário e para comemorar resolveu combinar com os parentes uma excursão a um sítio em Itaguaí, chamado “Sitio Jonosake”.

leia mais

O Exercício de Ler

outubro de 2016 por

A estante é o cemitério do saber / Livro é como sangue / Tem que circular para viver / Leitura alimenta a alma / Nos ensina a pensar / Nos ensina a crescer

leia mais

A “Hortoridade”

setembro de 2016 por

Meu amigo foi convidado a trabalhar como cabo eleitoral de um candidato a vereador, com a promessa de que se eleito teria um bom emprego no serviço público.

leia mais

Gosto não se Discute

setembro de 2016 por

A samambaia vive chorando, a folha vive voando, a orquídea adora viver encostada, a bromélia adora água parada…

leia mais

Tragédia Anunciada

agosto de 2016 por

Na sala, três assaltantes com cara de poucos amigos, mais zangados que funcionários estaduais demitidos injustamente pelo atual governador.

leia mais

Minha Infância

agosto de 2016 por

Não tinha brinquedo de corda, jogava bola. Não tinha bola de couro, fazia de meia. Não tinha caderno, usava papel de pão…

leia mais