Minha mãe É a marida Do meu pai. Meu irmão É o bebezinho Da minha mãe. Meu pai É o bebezão Da minha avó. Eu sou A bonequinha Do meu pai. Novembro de 2016
Poesias
A Ferreira Gullar
Poesia de Rô Fonseca em homenagem a Ferreira Gullar.
Renascer
Mergulhe fundo em você, queira se conhecer. Mude-se, solte as amarras, saia do seu porão, respire um ar puro…
Café Especial
Café preto / Leite branco / Chá preto / Açúcar branco / Pão preto / Queijo branco / Ameixa preta / Manjar branco / Um morango vermelho…
O Exercício de Ler
A estante é o cemitério do saber / Livro é como sangue / Tem que circular para viver / Leitura alimenta a alma / Nos ensina a pensar / Nos ensina a crescer
Gosto não se Discute
A samambaia vive chorando, a folha vive voando, a orquídea adora viver encostada, a bromélia adora água parada…
Minha Infância
Não tinha brinquedo de corda, jogava bola. Não tinha bola de couro, fazia de meia. Não tinha caderno, usava papel de pão…
A Rotina Futebolística
Bola que rola, craque que enrola, chute pra fora, a torcida chora! Jogo de bola, caldo que entorna, técnico vai embora…
A Última Esperança (Santo Casamenteiro)
Tem fogueira, tem balão. Namorado tenho não. Santo Antonio, meu santinho tão querido, me arranja um marido!








